Avelino Ferreira, 63 anos, brasileiro, casado, sete filhos, sete netos. Jornalista; escritor; professor de Filosofia.







segunda-feira, 5 de julho de 2010

Manifestantes fecham a BR-101 em Ururaí exigindo o retorno da prefeita Rosinha Garotinho

Centenas de pessoas interromperam o tráfego na BR-101 em Ururaí, na entrada da cidade, sentido sul-norte. A Polícia Rodoviária Federal chegou. Os manifestantes não se intimidaram e a PF manteve um diálogo tranquilo, embora o clima fosse tenso. O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas os veículos aguardaram o resultado do diálogo. Os manifestantes decidiram liberar a pista e foi encerrada a manifestação pacífica. (As fotos foram copiadas do blog Campos Formosa, cuja existência descobri hoje, quando buscava informações sobre a manifestação na BR em Ururaí, que não vi em outros blogs) A Justiça Eleitoral está criando um clima de intranquilidade em Campos que poderá resultar em instabilidade político/administrativa. O povo não admite que uma prefeita como Rosinha, que não tem absolutamente nada que a desabone, nem na sua vida particular nem em sua vida pública, seja cassada por ter concedido uma entrevista em rádio antes da campanha eleitoral de 2008. Os juristas, alguns renomados, já afirmaram que o processo movido por Arnaldo Vianna contra ela em 14 de junho de 2008 não tem consistência e o julgamento do TRE foi político. Portanto, a sociedade campista não admite que o TRE e o TSE manche a Constituição com um julgamento que mais parece um linchamento político. Em Ururaí, três manifestações já ocorreram e, numa delas, a polícia quase provoca um problema maior, pois os moradores da margem da linha estavam prontos a reagir a qualquer ato de violência, que acabou não ocorrendo. Rosinha está investindo em obras muito mais do que Arnaldo e Mocaiber investiram em 10 anos. E ela só tem um ano e meio de governo.

Em nome da dignidade

Recebi por e-mail, da amiga de muitos anos de luta, Leninha, o texto onde ela comenta a caminhada de sábado que levou milhares de pessoas às ruas centrais da cidade,que reproduzo por considerar relevante. Leninha é amiga de Rosinha desde quando esta ainda era uma garotinha e, como não podia deixar de ser, está indignada com o afastamento da prefeita, assim como todo povo de bem do município. Embora a chuva, o que me lavou a alma, foi o ato respeitoso do povo de Campos que, nas ruas da cidade, prestou homenagem e solidariedade a prefeita de Campos Rosinha Garotinho. Na verdade, não foi somente um protesto mas, sobretudo, a certeza de que estamos juntos, ombreamos, enfileiramos e, lado a lado caminhamos e caminharemos com Rosinha a bem da verdade e da justiça. E, a bem da verdade, há de haver justiça na nossa cidade. Há de haver justiça no nosso país. Conheço Rosinha desde sempre, desde os nossos filhos. Aliás, antes dos nossos filhos. Conheço seu caráter, sua seriedade, seu rigor. Conheço sua fé, inabalável. Conheço, também sua ternura. E é nessa ternura que me espelho para, ainda, acreditar no humano e em suas humanidades. No Boulevard, palco de tantos momentos importantes, os guarda-chuvas formavam um belo cenário, amparando do céu as lágrimas de Deus, dos anjos, misturando-se às nossas numa cumplicidade solidária, em nome da justiça e da dignidade. Maria Helena Gomes – Leninha – professora e atriz.

domingo, 4 de julho de 2010

Milhares de pessoas foram ao Parthenon em apoio à Rosinha




Milhares de pessoas se emocionaram no encontro em prol da prefeita Rosinha Garotinho na tarde de hoje, no Pathernon, Guarus. O discurso mais emocionante foi o de Rosinha, que levou muitos às lágrimas, quando ela disse que estava sendo cassada por ter concedido uma entrevista de rádio na pré-campanha de 2008, enquanto os corruptos estão soltos e muitos, pré-candidatos às próximas eleições. 

Pudim também recebeu demorados aplausos, quando disse que retirava sua candidatura a reeleição para apoiar Garotinho, caso o ex-governador decida concorrer à Câmara Federal. Paulo Feijó, pré-candidato a uma vaga na Câmara, disse que o povo vai dar a resposta nas urnas a toda perseguição que o ex-governador e sua família vem sofrendo, obtendo um milhão e meio de votos. 

Garotinho falou sobre a perseguição não só a ele, mas à sua família, mas acredita na Justiça, que vai, na sua opinião, colocar as coisas nos seus devidos lugares e Rosinha retornará à Prefeitura nos braços do povo, que a elegeu e tem lhe dado todo apoio. 

Rosinha proferiu um discurso inflamado, mas emocionante, quando disse que estava triste, indignada, mas com uma fé inabalável em Deus e no povo. Lembrou que, após ter sido governadora, voltou a Campos por amor ao povo, que estava sofrendo com a corrupção que contaminou o município. Falou do sofrimento de sua família, mas que seus filhos se orgulham dela, pois está sendo cassada não por ter roubado, não por improbidade, mas por ter concedido uma simples entrevista de rádio. 

Como o TRE distorceu a ação e na sentença, falou em abuso de poder econômico, se o Garotinho não tinha nenhum poder, se eu não exercia nenhum cargo político? Ao contrário, meus adversários é que tinham a Prefeitura, o Governo do Estado e abusaram do poder econômico. E, todavia, o que ocorreu a eles? O povo estava cansado de tanta corrupção e, agora, tem um governo sério, que investiu em um ano e meio, mais que os outros em 10 anos. Mas ela disse confiar na Justiça e tem fé em Deus que os homens de bem do judiciário brasileiro corrigirão o erro, para ela proposital, cometido pelo TRE. 

O discurso de Clarissa, vereadora no Rio e que também está ameaçada de cassação, disse que podem investigar a vida da família Garotinho e não encontrarão nada que macule a sua imagem. No entanto, Cabral comprou uma mansão em Mangaratiba que vale R$ 4 milhões e declarou R$ 100 mil, pagos em 10 vezes. Falou que Picciani há 10 anos, tinha uma casa e um carro velho. Hoje, tem uma fortuna. Isso sim é que deveria ser investigado. Mas a Justiça, ela acredita, tarda, mas não falha. 

O pré-candidato a governador pelo PR, o cientista Fernando Peregrino, lembrou de Darcy, do Brizola e disse que Garotinho é do mesmo naipe deles, que tem uma vida limpa, mas que sofre as perseguições que todos os líderes populares sofreram no Brasil. Mas, para ele, Garotinho dará volta por cima, porque o povo está do seu lado e a Justiça prevalecerá. Ele também acredita no julgamento do TSE, pois a ação contra Rosinha e Garotinho não se sustenta juridicamente. 

O enorme salão do Pathernon, com suas frisas, além do salão de baixo, onde foi colocado um telão, não coube a multidão que participou do encontro. Do lado de fora centenas de pessoas ouviam dos discursos e aguardavam a saída de Garotinho e Rosinha que foram ovacionados aos gritos de: "Rosinha, guerreira, mulher brasileira".    

sábado, 3 de julho de 2010

Mais fotos sobre a manifestação de apoio à Rosinha

As organizações Globo colocaram fotos de manifestações em Campos e uma manchete informando que a população fecha a BR em ato contra Rosinha. Como mentem descaradamente! Mas não se pode esperar que as organizações dos Marinho façam diferente. Foi assim contra Brizola e é assim contra Garotinho. Mas o povo sabe das mentiras da Globo. Até mesmo a Inter-TV, afiliada deles, desmente tal informação, quando mostra as manifestações favoráveis à prefeita de Campos. Aqui em Campos também parte da imprensa, além de rádios e blogs mentem, fazwem insinuações maldosas. Mas não enganam o povo e aqueles que têm senso crítico e bom senso. Alguns deles chegaram a dizer que a manifestação de hoje cedo, no centro, contou com a participação de 100 pessoas. Abaixo, publicamos mais algumas fotos da passeata. O leitor pode tirar suas conclusões:
A primeira foto é do site CAMPOS 24 HORAS, a terceira e a quarta são do site URURAU e a última, de Antunis Clayton.

Diferença entre as derrotas do Brasil e Argentina

Gostaria de comentar a derrota da Argentina para a Alemanha. Quatro a zero é um "chocolate". O Brasil perdeu, mas não para o futebol holandês. Perdeu por seus erros primários, incluindo um gol contra. Mas a Argentina tomou um passeio da Alemanha. Todavia, o momento é grave e tem a ver com o destino do nosso município e, claro, do nosso Estado. Por isso, não estou comentando futebol.

População dá apoio à Rosinha em manifestação no centro da cidade

Manifestação em prol da prefeita Rosinha Garotinho no centro da cidade, na manhã de hoje, reuniu milhares de pessoas, mesmo sob chuva. Durante cerca de duas horas, a passeata percorreu as principais ruas do centro (21 de Abril, Theotônio Ferreira de Araújo, João Pessoa, Marcado Municipal, Barão do Amazonas, Tenente Coronel Cardoso, Lacerda Sobrinho e Calçadão), terminando com um ato público no Calçadão.

Lideranças empresariais, sindicais e comunitárias, além dos vereadores, falaram, criticando a instabilidade político/administrativa que a Justiça Eleitoral quer criar em Campos, prejudicando a população.

Por onde passavam, os manifestantes eram recebidos pelos comerciantes e comerciários que também apoiavam o ato, aplaudindo e fazendo coro com as palavras de ordem: "Rosinha guerreira, mulher brasileira", "Justiça, justiça", entre outras.










A população não admite que a prefeita, eleita após uma campanha limpa, que não responde a nenhum processo por improbidade, seja afastada do cargo, sob a alegação de que concedeu uma entrevista em rádio no dia 14 de junho de 2008, antes do período eleitoral.

Os empresários criticaram a Justiça Eleitoral que, na opinião deles, quer criar um clima de instabilidade político/administrativa no município. "Rosinha vem investindo no desenvolvimento de Campos, sendo a cidade que mais criou empregos com carteira assinada este ano. Apenas seis capitais ficaram à frente de Campos na criação de empregos. Os investimentos que Rosinha tem feito em Campos vão melhorar a vida do nosso povo e nós, ceramistas, queremos a continuidade de sua administração. Tenho fé em Deus que a Justiça vai rever a decisão e a nossa prefeita terminará o seu mandato", disse, emocionado, Amaro da Conceição, presidente do Sindicato dos Ceramistas.



sexta-feira, 2 de julho de 2010

As fotos acima foram extraídas do Blog do Garotinho (postagens de ontem e de hoje) . Foram feitas em vários momentos e em diversos pontos da cidade. As pessoas estão revoltadas com a decisão do TRE de cassar Rosinha e do TSE, de negar o recurso da prefeita.
O mérito ainda será julgado pelo pleno do TSE, mas ela terá que recorrer fora do cargo, assumindo o presidente da Câmara, Nelson Nahim, ato que será consolidado na segunda-feira. Ao saber disso na noite de ontem, as pessoas em diversos pontos do município, protestaram. Os protestos geraram choques com a polícia, em alguns locais.
O fato é que o Judiciário está criando um clima de instabilidade política que pode acarretar revolta ainda maior e, possivelmente, atos mais radicais. Na manifestação na Tapera, na noite/madrugada de ontem, moradores indignados encararam a polícia e alguns momentos foram muito tensos. Como os policiais e os bombeiros decidiram recuar e aguardar o fim do protesto, não houve pancadaria ou tiros.
Já na manhã de hoje, pessoas foram atendidas no hospital após confronto com a PM. A população não aceita a cassação de Rosinha pois entendem que uma entrevista que ela concedeu a rádio, em junho de 2008, não é motivo para tanto.

Os criminosos são beneficiados

Enquanto o Judiciário cassa Rosinha por ter concedido entrevista em rádio, mesmo antes da campanha eleitoral de 2008, dezenas de pessoas dos governos Arnaldo/Mocaiber (incluídos) continuam sendo beneficiados com mandatos, candidaturas e liberdade, quando respondem a dezenas de processos por corrupção, enriquecimento ilícito e farra com o dinheiro público. Tudo leva a crer que escaparão das penas previstas em lei e continuarão gozando das fortunas acumuladas ilicitamente. Sim, porque é só analisar a vida dessa gente antes e depois dos governos citados. Gente com salário de R$ 2 mil mensais que adquiriu casas, terrenos, apartamentos, carros em poucos anos. Outros montaram lojas, compraram apartamento (o Judiciário deveria investigar não apenas as suas vidas e contas, mas também as de seus parentes e amantes (se tiverem). Registre-se que os processos a que respondem foram propostos pelo Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, além de inquérito por roubo (desvio de verbas e superfaturamento de obras, shows e obras pagas e não realizadas) na Polícia Federal. Tudo tende a acabar em pizza. No caso da Rosinha a perseguição chega às raias do absurdo, porque ela não exercia nenhum cargo público, não tinha poder nem dinheiro que pudesse caracterizar "abuso de poder econômico nos meios de comunicação". Seu marido, Garotinho, não exercia cargo público e a entrevistou como radialista, que é sua profissão, a qual exercia (exerce) profissionalmente. Então, o TRE diz que foi abuso de poder e os "analistas" políticos usam a terminologia para defenderem a cassação da prefeita e inelegibilidade do ex-governador. São cruéis, covardes e que posam de "isentos". Não querem e, também, temem acusar o TRE de parcialidade, de sentenciar politicamente, condenando pessoas de bem, apenas para atender a interesses de grupos poderosos deste Estado.

O povo está com Rosinha

Os moradores dos diversos bairros e distritos de Campos não entende como é que a prefeita Rosinha, que venceu a corrupção em Campos com uma campanha limpa, estando administrando para todos, com uma quantidade de obras nunca vista em tão pouco tempo, sem nenhum processo relacionado à improbidade, possa ser cassada. Da estupefação à revolta passaram-se poucas horas e ontem mesmo, em vários pontos do município, a população mostrou sua indignação com o Judiciário, em manifestações de apoio à prefeita e, em muitos casos, com atos mais radicais, como colocar fogo em pontos da BR-101 e encarar a polícia. Os atos de protesto não pararam, inclusive durante a madrugada e hoje, em pleno dia. E não digam os "analistas" da oposição ou aqueles do "quanto pior melhor", que foram atos "isolados" ou, mesmo, liderados por pessoas com ligações estreitas com a prefeita. Sequer ouve tempo de articulação por parte do PR ou por parte do secretariado. Foram manifestações espontâneas. A nota de solidariedade à Rosinha publicada pelos jornais de hoje expessa o sentimento de quase todas as lideranças de peso na nossa sociedade. Não que sejam simpatizantes de Rosinha, Garotinho ou que sejam seus partidários. A nota revela que o município tem sua tranquilidade afetada justamente pelo Judiciário, que praticou uma injustiça enorme contra Rosinha e contra o povo deste município. Nos governos Arnaldo, Campista e Mocaiber, a população estava indignada com a corrupção e o Ministério Público com dezenas de ações contra aqaueles gestores públicos. Quem criou o clima de instabilidade foram eles. Agora, ao contrário, é o Judiciário que cria o clima de intranquilidade e busca a instabilidade política. Cassar uma prefeita por causa de entrevista em rádio e aplicar multa em Serra, Dilma e Lula, acusados do mesmo "crime", revela uma parcialidade comum na ditadura militar. Aliás, parcialidade favorável a Sérgio Cabral é tão visível que sequer multa lhe é aplicada por usar os meios de comunicação para auto-promoção, para propaganda eleitoral extemporânea. A população sabe da perseguição ao Garotinho e à Rosinha. Agora, querem também sacrificar a filha deles, a vereadora Clarissa Garotinho. E, por isso, as manifestações de apoio à prefeita. Que, por certo, vão continuar, até que o TSE reavalie e conceda a liminar negada por um ministro que, pelo que sei, assinou o papel e viajou para a Europa. É tudo, no mínimo, suspeito.

Manifestações a favor de Rosinha

Cheguei há pouco das ruas. Acompanhei, meio de longe, lembrando de tempos idos de minha vida revolucionária, os protestos de diversas comunidades contra a cassação da prefeita Rosinha. Gente de todas as idades e classes sociais participando de atos de protesto contra a decisão do TRE e contra o indeferimento do recurso de Rosinha pelo TSE. Quando da segunda paralisação da BR-101, na Tapera, com pneus, pedaços de madeira, galhos de árvores e uma pequena multidão gritando o nome de Rosinha, o fogo e a fumaça chamando a atenção de centenas de moradores próximos, carros da PM chegaram, com os policiais de arma em punho, temi o pior. Mas, de braços dados, as pessoas impediram a abertura da pista para os veículos que formavam fila de quilômetros. Pelo telefone, alguns amigos informavam de manifestações em diversos outros locais. A população está indignada, porque não pode admitir que a prefeita Rosinha, que fez uma campanha limpa, que tem investido muito em obras sociais, que está mudando a cidade, que não tem um processo contra sua administração, seja cassada por ter concedido uma entrevista de rádio em junho de 2008, quando nem candidata era. O povo sabe que Lula faz campanha para Dilma abertamente e recebe algumas multas. Que Serra usa a mídia para fazer campanha e recebe algumas multas. Que Cabral usa e abusa dos meios de comunicação para sua campanha À reeleição e nem multa recebeu. E Rosinha, por ter concedido uma entrevista em rádio, em 2008, antes da campanha eleitoral, é condenada pelo TRE à perda do mandato que o povo lhe outorgou. Creio que outras manifestações ocorrerão, se já não estão ocorrendo neste exato momento. São manifestações espontâneas e revelam o que pode ser auferido em qualquer pesquisa séria: o povo está com a prefeita. Como partícipe do seu governo, vou participar de um ato em prol de seu retorno. Nada contra Nahim que, como ele mesmo diz, está cumprindo uma determinação judicial e, na condição de presidente da Câmara, está pronto a assumir o cargo, em sessão marcada para segunda-feira. Mas sim contra o ato covarde do TRE que cassou o mandato de uma prefeita séria, honesta, que está desenvolvendo um excelente trabalho. O TSE, ao negar o recurso de Rosinha, corrobora a decisão do TRE. Não analisa o mérito. Deveria, pois os nobres magistrados constatariam o que disse o grande jurista Marcelo Cerqueira, candidato ao Senado pelo PPS: a sentença não tem fundamentação jurídica. Não se cassa o mandato de alguém por ter concedido entrevista. No máximo, uma multa. Assim como não se condena ninguém a inelegibilidade (como ocorreu ao Garotinho) por ter entrevistado um pré-candidato. Dizem que o juiz pensa que é Deus, mas que o desembargador tem certeza. É assim que alguns agem, como deuses que tudo podem, independentemente se julgam corretamente ou, no caso em tela, se julgam movido por outros interesses que não seja o de praticar a justiça. Queremos acreditar que o pleno do TSE tenha uma maioria que pauta seus julgamentos respeitando o juramento que um dia fizeram, de aplicar a lei, sempre na busca da justiça. Rosinha não exerceia cargo público, ainda não era candidata, lutava com um pequeno grupo contra uma máquina poderosíssima, como então ser acusada de abuso de poder econômico? Tamanho absurdo não é aceito pelas pessoas de bem. Simpáticas ou não à Rosinha.