Avelino Ferreira, 63 anos, brasileiro, casado, sete filhos, sete netos. Jornalista; escritor; professor de Filosofia.







quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Aniversário Dom Américo

                                Fotos: César Ferreira



Grande Dom! A comemoração de seus 60 anos, no Náutico, Farol de São Thomé foi uma grande festa na madrugada de sábado. Uma noite inesquecível. Garotinho, a quem Dom Américo agredeceu, de público, pelo apoio que sempre recebeu dele, desde o primeiro mandato de prefeito (89/92) cantou muitos sambas e fez todo mundo dançar. Rosinha, convidada ´por Dom Américo para dar uma canja, cantou várias músicas românticas e bons sambas. Maria Helena Gomes também foi chamada ao palco e participou da festa cantando algumas músicas. E Eu fui assistir e dar o meu abraço ao amigo, de quem sou´fã. Parabéns, Dom! 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Oposição bate em Nahim por qual razão?

Pergunta que não quer calar: por que a "frente" oposicionista teima em criticar Nelson Nahim? As ações de governo de Nahim, que não coincidiam com as de Rosinha, em grande parte ( e ele nunca escondeu isso, dizendo sempre que "cada um tem uma maneira de governar), foram em outras direções. Agora, a oposição, mesmo sem usar seu nome, bate nele (com manchetes, inclusive, na Folha da Manhã) porque as obras prometidas por Rosinha ficaram paralizadas alguns meses.

Nahim está calado, mas quem o conhece sabe que, na hora certa ele vai responder a altura essas provocações que não têm sentido e, ainda por cima, por aqueles que participaram de dois governos que nada fizeram pela população e, ainda, deixaram Campos famosa pela corrupção. O que ficou desses governos que essa "frente" fez´parte pode ser simbolizado no avião que carregou secretários, assessores e empresários para as cadeias do Rio. Vergonhoso!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Oposição perdeu o senso de ridículo

A oposição em Campos perdeu mesmo o rumo. Perdeu o resto da vergonha e daí, obviamente, o senso do ridículo. Ver um ex-prefeito olhando pneus de ônibus para "verificar a quantas anda o transporte público" é risível. Mas triste. Ainda mais quando ele e outros da "frente" participou dos governos corruptos que colocaram o nome de Campos na lama.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os partícipes da corrupção querem a boquinha de volta

Vez em quando o jornal Folha da Manhã promove um grupo de partícipes de dois governos corruptos, que enlamearam o nome de Campos, cujos membros riram da nossa cara quando exigíamos do Judicíário o julgamento dos crimes perpetrados por eles tendo como vítimas as pessoas de bem e, principalmente, aqueles que mais precisam do poder público, que são os mais pobres.

Pois bem, essa gente, que foi abalada com a Operação Telhado de Vidro em 2008, quando o prefeito quase foi preso e secretários, assessores e empresários saíram da cidade algemados para Bangu I, está tentando se reorganizar, como qualquer quadrilha que sofre um duro golpe mas seus chefes continuam  soltos (até quando?), indo ao encontro do povo para dizer inverdades.

Visitam as obras da prefeita Rosinha Garotinho para apontar falhas. Como nada encontram de errado e não querendo elogiar o belo trabalho que está sendo feito no município, acusam a prefeita de estar demorando a entregá-las prontas. Não é apenas uma injustiça mas, também, principalmente, maldade. Segundo o secretário de governo e ex-deputado Geraldo Pudim, essa gente deveria colocar o rabo entre as pernasd e sair de fininho da cena política. Isso porque não têm moral para acusar ninguém, muito menos quem está fazendo pelo povo, o que nunca fizeram. Aliás, a preocupação dessa gente era a de se beneficiar do dinheiro público.

Rosinha ficou sete meses fora do governo, retornando em meados de dezembro. Imediatamente retomou as obras e já entregou 650 casas dignas para as populações que estavam vivendo em condições precárias ou dependendo do aluguel social. As obras deveriam estar sendo entregues este mês, mas, por força das circunstâncias, elas serão entregues até julho quando o Cepop será inaugurado. Exatamente sete meses depois.

O que Rosinha já fez, todavia, é muito mais que 10 anos dos governos Arnaldo/Mocaiber. Para além do fato que, para mim, é principal, justamente porque o nome de Campos estava enlameado com tanta corrupção e o nosso povo, com baixa auto-estima: a seriedade com a Coisa Pública. Acabaram-se as manchetes em jornais e TVs daqui e do Rio sobre a corrupção em Campos.

No caso específico da Fundação Oswaldo Lima, à qual tenho a honra de presidir, saímos de uma situação insustentável (a Telhado de Vidro foi o ápice do que ocorria lá) para dois anos de administração sem absolutamente nada de errado. Os artistas são respeitados e recebem em dia, o que antes de 2009 não ocorria. A desorganização era a tônica e o patrimônio depredado. Isso acabou. O que faltava ao povo de Campos era gente séria administrando os seus recursos olriundos dos royalties e dos impostos. De 2009 para cá, o povo tem um governo sério, capaz.

E essa gente, que participou da corrupção, sente saudades da boquinha e quer de volta a roubalheira. Por isso, acusa falsamente tentan doi iludir a população. Mas o nosso povo está vacinado. Rosinha vai recompor as diretrizes do governo, dar uma nova dinâmica a administração e terminar seu mandato com chave de ouro. Essa gente da corrupção deve fazer o que Pudim sugeriu: enfiar o rabo entre as pernas e sair de fininho.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Mídia criminosa

Fico imaginando as manchetes dos jornais e reportagens nos jornais eletrônicos globais se o governador fosse o Brizola ou o Garotinho ou a Rosinha! E percebam que o caso (Operação Guilhotina) é da maior gravidade, com indícios de que os "chefes reais" estão no Palácio Guanabara. E, no entanto, nem o secretário de Segurança é colocado em suspeição.

Como diria o Boris: isto é uma vergonha!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Emoção e festa na entrega das casas por Rosinha

Muita gente, muita emoção e a revelação do enorme carinho que as comunidades periféricas têm por Rosinha foram constatados durante a entrega das primeiras 650 casas às famílias que residiam em locais de risco. Parque Prazeres, Eldorado e Tapera tiveram dias de festa, muita alegria e lágrimas de contentamento com as casas recebidas e com os fogões, geladeiras e televisores doados pela Construtora e sorteados por Rosinha, contemplando dezenas de moradores dos três conjuntos residenciais.

Rogério Bicudo lança CD, nesta quarta, no Palácio da Cultura


O violonista, cantor e compositor campista Rogério Bicudo, há mais de 20 anos residindo na Holanda, chega a Campos hoje, quarta-feira,  dia 09, para o lançamento de seu mais novo CD, com show de sua banda aqui no Brasil, aplaudidíssima na última Bienal do Livro.

O show de Rogério Bicudo e banda será no auditório Amaro Prata Tavares, no Palácio da Cultura, às 20 horas. Ele também estará, no mesmo horário, na quinta-feira, dia 10, na Tenda Cultural no Farol de São Thomé para repetir a dose e lançar o seu CD para os veranistas da praia campista.

 

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Rosinha e Augusto Cury encerram seminário de educação na Tenda Cultural

Encerrando o Seminário de Educação organizado pela Secretaria Municipal de Educação, a palestra do pensador e renomado escritor Augusto Cury, que nmão poupou eleogios à Joilza Rangel, secretária e à Rosinha Garotinho, prefeita, pelo trabalho realizado em Campós, pelo amor às crianças e pela causa da Educação.

Rosinha abriu o último dia do seminário, que foi realizado na praia do Farol de São Thomé (os primeiros dois dias foram ma UENF), na Tenda Cultural,  que, mesmo com seus 1 mil metros quadrados, ficou pequena para tanta gente - na quase totalidade, professores. Muito aplaudida por suas palavras de incentivo, Rosinha pediu aplausos para o palestrante, Augusto Cury, dizendo que era suspeita ao elogiá-lo, porque é fá de sua obra e tem todos os seus livros.

Após o pronunciamento da prefeita, foi apresentada, pelos alunos do Curso Livre de Teatro, da Fundação Oswaldo Lima, uma peça de 45 minutos, sobre um livro de Augusto Cury, adaptada pela atriz e diretora de teatro Maria Helena Gomes. 

Após a peça, a palestra de Augusto Cury, que emocionou a todos. Antes, ele teceu elogios ao grupo que montou o espetáculo e discorreu sobre o texto. Durante uma hora, proferiu uma palestra de cunho filosófico, sempre recorrendo a exemplos de vida para mostrar que os pais e professores têm um compromisso maior que todos, na função que exercem: olhar o outro como outro, respeitando as diferenças e ressaltando o que esse outro (seu filho, seu aluno) tem de bom, antes de criticar. "Elogiar em público e criticar em particular". 
Foi aplaudido de pé e mereceu pela brilhante explanação.  

Abaixo, registros do encontro, por César Ferreira:





sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Pulou a cerca

Disse há dias que Roberto Henriques estava costeando o alambrado. Agora, ele pulou a cerca. Todavia, acabou arranhando-se bastante no arame farpado. Há um ditado de que o povo não gosta de traidores O tempo dirá.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Fundação Oswaldo Lima: dois anos produzindo arte e preservando a cultura

Fotos: César Ferreira/Secretaria de Cultura
A 6ª Bienal do Livro foi o maior vento cultural já realizado no município. Começou a ser elaborada em novembro de 2009 e obteve o êxito esperado (foi além, com 200 mil visitantes) justamente porque começou um ano antes. Porque teve uma Curadoria (Suzana Vargas) e uma organização interna (Wainer - WTC), símbolos de competência em suas áreas. Porque teve a ousadia de uma Fundação (Oswaldo Lima) que tem uma excelente equipe de trabalho. Porque houve integração da administração pública e parceria com a sociedade, incluindo diversas pastas no projeto e entidades afinadas com a proposta de desenvolvimento do município e elevação da auto-estima do campista.


Mas a Fundação desenvolveu muitos (muitos mesmo!) projetos, criando programas, sempre em busca de uma política cultural abrangente, democrática. O que está sendo possível graças a sensibilidade, competência, autoridade da prefeita Rosinha Garotinho, que deu à cultura a liberdade para atuar e, sempre, de maneira a integrar o governo, na medida do possível, e é o que todos nós, da cultura, estamos fazendo. Abaixo, algumas fotos que são registros de algumas de nossas atividades nesses dois anos.