Avelino Ferreira, 63 anos, brasileiro, casado, sete filhos, sete netos. Jornalista; escritor; professor de Filosofia.







domingo, 12 de dezembro de 2010

Pedofilia nas divisões de base é "coisa" antiga

O ex-coordenador do futebol de base do Grêmio, José Alzir Flor da Silva, está sendo investigado pelo Ministério Público por pedofilia. A denúncia foi revelada após o caso começar a ser apreciado pela Vara de Infância de Juventude de Porto Alegre. José Alzir, que durante 25 anos trabalhou no clube, passou a ser julgado pelos crimes de assédio sexual, maus-tratos e coação.


Decidi extrair e publicar aqui essa matéria do G1 porque casos como esse deve existir no Brasil inteiro e é "de sempre". As leis mudaram e protegem os menores, assim como as facilidade, hoje, existem, para as denúncias por parte dos menores e dos pais. Todavia, conheci crianças e adolescentes, na minha infância e juventude, que temiam buscar uma chance nos clubes (Goytacaz, Americano, Rio Branco, Campos e, até mesmo alguns clubes menos cotados) por causa dos "fanchones".

Naquele tempo, não se usava a palavra pedofilia, desconhecida. E os pais, quando descobriam, batiam nos filhos e sentiam-se envergonhados pelos atos dos garotos. A cultura mudou, forçou a mudança das leis e pedofilia, além de se tornar uma palavra do dia-a-dia, é um crime hediondo que até os demais criminosos abominam.

As investigações tiveram início após a participação das categorias de base do Grêmio em um torneio no interior gaúcho. Após cerca de um ano de apuração, os promotores concluíram que o ex-profissional do clube gaúcho é o responsável pelos crimes cometidos.


– As crianças e os adolescentes estavam alojados e ele se utilizava dessa proximidade, desse acesso e até basicamente da condição de superior dentro da função que exercia. Isso sem dúvida facilitou a prática dos fatos – salientou o promotor Alexandre Spizzirri, em entrevista ao "Jornal da Globo".


Foram constatados abusos contra três meninos da base gremista, com idades entre 11 a 13 anos, mas a suspeita é que mais casos venham a ser comprovados.


Todos os casos apurados até o momento são de 2008 e 2009. Segundo a promotoria, José Alzir teria cometido abusos nos alojamentos do estádio Olímpico, onde moram cerca de 80 meninos do interior e de fora do Rio Grande do Sul.


O presidente do Grêmio, Duda Kroeff, que demitira o ex-coordenador, ressaltou que os futuros craques gremistas estão agora “blindados” e que toda a estrutura foi colocada em prática para preservá-los.

Índia de 7,1 quilos ganha de Dom Américo

A matéria abaixo foi extraída do site G1 de hoje. Aproveito para mandar um recado a Dom Américo que, por ter nascido muito grande, quase matou a mãe (há 60 anos a medicina era outra...): a índia ganhou de você. Mas você ainda tem um argumento para manter-se no topo: nasceu de parto natural enquanto a índia nasceu de cesariana.


Uma índia da etnia munduruku deu à luz uma menina de 7,1 quilos em Nova Olinda do Norte, no Amazonas, na terça-feira (7). As duas passam bem.




Mãe disse que teve outros dois filhos com peso elevado (Fotos: Reprodução/TV Amazonas)


O bebê, que mede 60 centímetros, nasceu em uma cesariana e é saudável. A médica Romenia de Brito afirmou que a menina tem saúde perfeita e se trata de um caso de macrossomia fetal. Os médicos chegaram a desconfiar que a mãe tinha diabetes, o que não foi comprovado.



A mãe, Rosinete Brasil Cardoso, de 42 anos, vive na aldeia Kuatá perto do município de Borba. Mãe de dez filhos, ela conta que outras duas crianças nasceram com peso elevado, com 6 e 5,6 quilos.

Rosinha ainda não foi ouvida, mesmo sendo a principal eleitora

Não há como falar em eleição extemporânea em Campos, sem o julgamento do processo contra Rosinha. Caso o TRE insista em atropelar a lei (cúmulo do absurdo e um grande passo para sua desmoralização), os partidos indicarão seus candidatos. Ou seja, ainda não se pode falar em candidaturas certas, mas sim, em especulações.

Neste caso, a chapa Waldimir/Dr. Edson, numa união PR/PTB é dada como certa por muitos dos dois partidos. Mas Rosinha é quem foi eleita  e afastada injustamente. Ela, certamente vai ser ouvida pelo grupo liderado por Garotinho. Principal eleitora, hoje, Rosinha ainda não foi consultada sobre suas preferências, caso haja mesmo uma eleição suplementar.

Ela ainda acredita na Justiça e está tranquila quanto ao julgamento favorável no TSE. Todavia, como se diz, em política, tujdo é possível. Neste caso, ao colocarem na mesa de negociações a eleição suplementar e as prováveis candidaturas, Rosinha deveria ser ouvida pois, mesmo não sendo do PR, é do mesmo grupo político e, repito, a principal eleitora, hoje, no município de Campos.

Será que Ilsan Viana rompeu com Arnaldo?

Fora o HGG, que não cumpria sua função e, em 2009, estava sem condições de funcionamento por falta de manutenção e a reforma "fantástica" da Praça São Salvador, o que foi que Arnaldo e seus afilhados Campista e Mocaiber fizeram de 1998 a 2008, mesmo tendo arrecadado R$ 9 bilhões? Nada. A Alberto Lamego e a Estrada dos Ceramistas foram realizadas com o dinheiro do Estado.

Quando Rosinha assumiu, em 2009, quase tudo que foi planejado teve que esperar. Os royalties sofreram uma queda substancial e todos os prédios na prefeitura estavam sem conservação, muitos caindo aos pedaços, literalmente. As ambulâncias sucateadas. Aliás, raros foram os veículos em condições de uso. Raros foram os computadores em condições de uso. Raros os aparelhos de ar condicionado em condições de uso.

Durante anos, com bilhões e bilhões de reais usados para enriquecimento de alguns e para compra de eleitores via empregos, a prefeitura foi uma máquina de fazer votos e de corrupção. Para além de todas as ações contra a roubalheira, ações patrocinadas pelo Ministério Público, registre-se as investigações da Polícia Federal que culminou com a Operação Telhado de Vidro em 2008 e que foi simbolizada pelo avião que levou dezenas de pessoas, entre empresários, assessores e secretários (alguns fugiram antes).

Em todo esse tempo, 10 anos, Arnaldo teve as contas reprovadas, foi cassado (até hoje ele consegue manter-se no poder via liminares conseguidas não sei como), retornou e elegeu Campista, que foi cassado devido ao esquema de corrupção que o elegeu; Mocaiber assumiu, com o mesmo esquema e elegeu-se, mas foi cassado por corrupção. Retornou via liminar conseguida não sei como e os processos contra todos eles não chegam ao final.

Querem colocar o afastamento de Rosinha nesse balaio, mas não há como comparar as situações. Ela foi afastada por conceder entrevista em rádio e não por improbidade, não por compra de votos. Mas a população sabe; as pessoas de bem, mesmo aquelas que são contrárias ao grupo de Garotinho, sabem da injustiça contra Rosinha.

O fato é que Rosinha, mesmo com todas as dificuldades, conseguiu acabar com a roubalheira, manter seu plano de obras e de melhoria de vida dos mais carentes e reformar todos os prédios da prefeitura, inclusive a sede, que era foco de dengue e tinha vazamentos no teto e o HGG, com vazamento no teto até mesmo da UTI.

Em dois anos, a prefeitura investiu em obras e melhoria da qualidade de vida da população, o que não foi feito em 10 anos. Os ganhos sociais foram consideráveis com a passagem a R$ 1,00 e o cheque cidadão municipal a R$ 100,00, pois ganhou o comércio, a indústria e as famílias mais pobres. A construção de casas populares proporciona emprego real e randa para milhares de famílias, além do benefício ao comércio e indústria do município.

E agora, temos que ouvir e, às vezes, ler, o que diz e escreve a vereadora Ilsan Viana: de que a saúde está um caos e o HGG atende mal. Que moral essa mulher tem para falar alguma coisa? Como tem a ousadia de vir a público para criticar o governo e ainda usar artigo da Constituição para falar do direito de todo cidadão à saúde? Deveria exigir do Estado (e aí o governo federal em primeiro plano) as garantias constitucionais dos cidadãos. Mas nem moral para isso ela tem. Aliás, que moral pública ela tem? Será que ela está se referindo as administrações de Arnaldo e Mocaiber? Pode ser... mas aí está sem noção de tempo... 

sábado, 11 de dezembro de 2010

Fundação Oswaldo Lima - Campeão 2010 !

O time campeão com o técnico Ricardo, o presidente da Fundação, Avelino e o diretor Fernando Machado
Os batedores da FCJOL convertram quatro dos cinco pânalties. A Campos Luz perdeu dois. Não foi necessário ao time vencedor bater o quinto. O goleiro Ailton foi destaque. Sem ter que fazer defesas durante o tempo normal, pois o time da Campos Luz não chegou a ameaçar (o time da FCJOL, com mais de 30 chutes a gol, não conseguiu vencer a barreira adversária), o goleiro defendeu duas penalidades e foi o herói da partida).






A equipe de futebol society da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima se sagrou a grande campeã dos Jogos de Integração, Lazer e Cultura dos Servidores Municipais. A Fundação "Oswaldo Lima" venceu neste sábado (11) no campo da Fundação Municipal de Esportes a Campos Luz na cobrança de penalidades por 4 a 3, depois de o jogo no tempo normal ter terminado empatado em 0 a 0.  O time base foi formado por Aílton, Luciano, Edu Ribeiro e Oziel; Marcelo, Jonas e Edu Silva; Fabinho e Wilian. No banco estiveram os jogadores Fabiano, Rodrigo, Ralph, Léo e Edimar. 

A campanha da Fundação "Oswaldo Lima" foi a melhor da primeira fase. O resultado dos jogos: FCJOL 5 x 1 Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, Fundação "Oswaldo Lima" 3 x 2 Guarda Civill Municipal, Fundação "Oswaldo Lima" 4 x 1 Hospital Geral de Guarus (HGG). Fundação "Oswaldo Lima" WO Hospital Ferreira Machado, Fundação "Oswaldo Lima" WO Procuradoria. Na semi-final a Fundação "Oswaldo Lima" venceu a Administração pelo placar de 3 x 1 . Edu Silva, com 9 gols foi o segundo maior artilheiro da competição.

O secretário de Administração, Fábio Ribeiro informou que a Festa de Confraternização vai ser nos próximos dias no Centro Administrativo José Alves de Azevedo (Cesec): "A premiação com coquetel vai ser dada numa solenidade no encerramento de todos os jogos das várias modalidades disputadas, futebol society mister e master, tênis de mesa, natação e xadrex. Vão ser convocados todos os ganhadores com o objetivo de prestigiar os atletas. Vai ser uma grande confraternização entre jogadores e equipes, informou Fábio.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

chikungunya é o novo tipo de dengue que chega ao Brasil

Chikungunya. Nome estranho para nós, mas que deve se tornar popular em breve, caso seja diagnosticado mais casos da doença, além dos já identificados. Na edição de hoje, do portal da Record, o R7, uma reportagem sobre a doença, que é transmitida pelo aedes aegypt ou "mosquito da dengue".

"Três brasileiros foram diagnosticados com uma nova doença vinda do Sudeste Asiático e que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue: a chikungunya. Esta é a primeira vez que a presença da chikungunya é confirmada no país.
O primeiro caso confirmado, em 25 de agosto, foi de um surfista do Rio de Janeiro, de 41 anos, que esteve na Indonésia.
O segundo caso, um homem de São Paulo, com 55 anos, que também esteve na Indonésia, foi diagnosticado em 29 de setembro. O terceiro caso, confirmado dia 3 de dezembro, é de uma mulher. Ela tem 25 anos, mora em São Paulo e viajou para a Índia.
Eles entraram no Brasil infectados pelo vírus. A doença é transmitida também pelo Aedes albopictus, o mosquito transmissor da febre amarela.
O professor Pedro Tauil, do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade de Brasília, integra equipe do Ministério da Saúde que investiga a entrada do vírus no Brasil. Em entrevista à agência de notícias da UNB (Universidade de Brasília), ele explica como se contrai, os sintomas, tratamento e seu poder de letalidade.
A doença leva ao menos sete dias para se manifestar. Se a pessoa infectada for picada por um outro mosquito, esse mosquito se infecta e passa para outros, de 7 a 10 dias. Isso acontece para a dengue e a chikungunya, explica Tauil.


Estou convicto de que não haverá eleição suplementar em Campos

Com base na Ética e na certza de que os tribunais superiores  (não os seus ministros, individualmente) não se atreverão a ferir a Constituição em seus julgamentos (repito: o Pleno e não os ministros, individualmente) é que estou convicto de que não haverá nova eleição em Campos e Rosinha retornará ao cargo.

O que falta é o processo ser encaminhado ao TSE. O TRE engavetou o processo para criar esse clima horrível e anunciar uma nova eleição mesmo sem o julgamento do mérito pelo TSE. Um golpe. Mas o processo terá que ser julgado e, neste caso, Rosinha retorna, porque a ação contra ela não tem fundamento e seu autor, Arnaldo Vianna, não tinha poder para formalizá-la, já que, legalmente, não era parte interessada e supostamente prejudicada, pois não tinha registro e, portanto, não era candidato a prefeito. Aliás, o que foi confirmado pela Justiça logo após o pleito.

Os argumentos usados pelos advogados de Arnaldo não foram aceitos pelo desembargador relator no TRE. Não há nada que caracterize o abuso de poder econômico no uso de meios de comunicação por parte de Rosinha. O máximo que o TRE poderia lhe aplicar, por ter concedido uma entrevista anunciando sua candidatura quando não poderia fazê-lo, devido o prazo legal para fazê-lo não ter sido iniciado (só depois da convenção que a indicaria como candidata), é uma multa. Aliás, como fez em diversas ocasiões contra Lula, Dilma e Serra na recente campanha presidencial.

Portanto, não há razão para acreditar que terá procedência a determinação do TRE de realização de eleições suplementares antes do julgamento do mérito da ação pelo TSE ou de análise de pedido de embargo para que Rosinha retorne ao cargo. O que falta é o processo tramitar normalmente. Isso não ocorre por perseguição política, mas esta não pode durar muito, sob pena de gerar o descrédito público na Justiça Eleitoral do Estado.

Além do mais Rosinha não exercia cargo público quando a ação foi gerada. Como cidadã, que postulava um cargo, seus direitos individuais foram desrespeitados. Isso é inadmissível. Ela não foi afastada do cargo por improbidade. Seu passado como ente público é limpo, suas contas aprovadas, sua gestão aceita pela sociedade. Ou seja, nada existe para macular sua imagem. O "delito", se houve, foi de uma cidadã que concedeu entrevista para dizer que aceitava ser candidata a prefeita por amor a Campos.

Os advogados de Arnaldo Vianna ingressaram com uma ação para efeito meramente político. Tanto que a primeira instância não aceitou seus argumentos. O TRE julgou politicamente a ação, mesmo o relator sendo contrário ao seu prosseguimento. Não há como o TSE corroborar com a decisão do TRE e, por isso mesmo, o TRE não permite a tramitação normal do processo. Repito: um golpe. Mas não vivemos mais numa ditadura e esses golpes não duram muito. Os tribunais estão sendo oxigenados... por isso, estou convicto que Rosinha volta nos braços do povo.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Nova eleição em Campos é golpe

O presidente do TRE, Nametala Jorge (é este o nome do cara?) esperou o (seu) momento certo para marcar uma nova eleição em Campos. Para não dar na pinta, marca para o mesmo dia, eleição em outras cidades, como se o caso de Campos estivesse dentro da normalidade. Engavetou o processo contra Rosinha o quanto quis e, agora, antes do julgamento final, marca uma nova eleição quando o judiciário está prestes a entrar em recesso e num momento em que a sociedade não está nem estará preparada (de dezembro a 06 de fevereiro) para um pleito.

Ainda acredito no bom senso de alguns ministros do Judiciário. Não há como corroborar uma decisão dessas do TRE, a não ser atropelando as leis. A maldade não pode imperar, favorecendo sempre as nossas elites, que fingem querer a democracia, mas só por conveniência. Creio no retorno da prefeita eleita e que estava mudando a cidade. A prefeita que deu um basta na corrupção, simbolizada pela Telhado de Vidro e as prisões efetuadas na ocasião. A prefeita que deu esperanças ao nosso povo, cumprindo seu papel, investindo em obras de melhoria da qualidade de vida.

As pessoas de bem não podem perder o ânimo e a capacidade de se indignar.  

Não há comparação entre a ação que cassou Campista e a que afastou Rosinha

Blogueiros e jornalistas estão tentando confundir a opinião pública comparando a cassação de Campista à de Rosinha. Nada a ver. Campista foi cassado pelo artigo 41-A. Não cabia recurso, pois foi flagrante o favorecimento que teve para se eleger, principalmente no que tange às contratações. Ele recorreu porque todo mundo temo direito de recorrer das decisões da Justiça. Mas não havia atenuante...

Rosinha foi cassada por uma ação movida por Arnaldo Vianna que, cassado, foi deputado devido a uma liminar. Foi candidato a prefeito, por outra liminar. Ficou sem registro, o que foi confirmado após o pleito. E, novamente, Arnaldo consegue liminar para disputar eleição para deputado, mas nem seus votos foram computados, porque não tinha registro.

Ou seja, a ação contra Rosinha é do dia 14 de junho de 2008, antes mesmo dela ser a candidata. Não tem nada a ver com abuso de poder econômico. Aliás, nem ela nem Garotinho exerciam cargos políticos. A ação não foi julgada em primeira instância porque não procedia, já que quem a moveu não poderia fazê-lo. O TRE desconsiderou tudo isso dois anos depois e cassou o seu mandato, quando o relator a inocentava da acusação.

Não há como comparar os dois processos (de Campista e de Rosinha). O de Campista era flagrante. O de Rosinha, uma especulação sem nexo que o juiz não julgou. Não houve na campanha nem durante o seu mandato nada que a desabone. Por isso mesmo a população está perplexa e, ao mesmo tempo, impotente, porque não há poder sobre o judiciário. Infelizmente.    

Para relembrar a luta em defesa dos royalties














Rosinha iniciou a luta pela manutenção dos royalties do petróleo. Tomou a iniciativa e a sociedade de Campos, por seus mais legítimos representantes, além do povo em geral, a acompanhou, mesmo sem o governador que é quem deveria estar lutando em prol do que é nosso, do Estado do Rio. 

Agora, mais uma vez Cabral se cala e Garotinho, Rosinha e Nelson Nahim, assim como Geraldo Pudim, revelam sua indignação com a decisão do Congresso Nacional, de aprovar a emenda Simon. Lula já declarou que a medida é boa e deve aprová-la, para desespero do povo de Campos e região e, claro, do Estado do Rio, que produz 85% do petróleo do país.